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"Com os grandes investimentos acontecendo no Brasil, inclusive com os parceiros dos BRICS+, a mudança e transformação deverá acontecer, mas somente aquele profissional que estivar capacitado e qualificado terá um cenário com futuro promissor."
INTRODUÇÃO
Estamos ouvindo por neófitos sobre a extinção do Curso de Ciências Contábeis, acreditamos que essas pessoas estão completamente desinformadas, haja vista os grandes investimentos que os investidores e parceiros dos BRICS+ estão aplicando no Brasil, pois sabemos que esse país é continental, maior país da América Latina, com potencialidades econômicas invejáveis, onde as agências internacionais dos players, já se informaram, assim como sabem que os poderes constituídos tem seu ponto fraco (U$), e conhecem a fragilidade limitadora dos 216 milhões de habitantes que desconhecem o solo em pisam, como também a deficiência cognitiva dos empresários locais.
Com essas variáveis acontecendo no mundo e no Brasil, e diante da Reforma Tributária, que obrigará as empresas a conviver com dois sistemas tributários concomitantes no período de 2026 até 2032, onde o mercado laboral fica cada dia mais seletivo e exigente, inclusive o mercado empreendedor já que a concorrência é global.
Os grandes investimentos que estão se realizando no Brasil, em diversos setores, hão de trazer grandes conglomerados de empresas internacionais a se estabelecerem no Brasil, os data centers, a infraestrutura, diversas atividades econômicas, deverão fazer com que o Nordeste do Brasil seja uma Shenzhen no país, e isso deve exigir maior capacitação e qualificação de diversos profissionais.
Portanto, vivenciar a inteligência artificial, criar o próprio agente de IA, estudar a aplicação prática da computação quântica, a ASI e a Singularidade, aprender TI, falar outros idiomas, entender que precisamos de novas habilidades, competências, eixos práticos, criatividade, humanismo, senso crítico, livre arbítrio, adquiri capacidade de resolver problemas complexos, ter controle de nossa inteligência emocional, vivenciar com essa evolução exponencial da IA, mesmo sabendo que nossa inteligencia biológica avança linearmente enquanto a artificial cresce exponencialmente, mas a adequação se faz necessário.
Entender que sobreviver não significa só nascer, respirar e ocupar um lugar no espaço, pois precisamos exercitar full time o cérebro, buscando maior capacitação e qualificação para ser um incluído nesse novo sistema chamado de Nova Ordem em Transformação.
Essa vitimização de reclamar do governo atual é perca de senso e limitação por não saber que o sistema econômico é quem realmente dita essas mudanças, e você faz parte desse sistema, ou será excluído, e precisa acordar desse berço esplêndido, Alice.
Se a sobrevivência depende de sua atividade laboral, você precisa entender que a diferença compete a sua própria pessoal, em se capacitar e se qualificar para se manter nessa atividade, reclamar de DEUS, do Governo, ou de qualquer outro é perca de tempo, você deve fazer e executar sua transformação para sobreviver.
Para criar o seu agente de IA você precisa entender um pouco de IA, e acessar uma inteligência artificial (Manus, Kimi, N8N, ChatGPT 6 Astra, Fable 5, Cloude, Opus, ou qualquer outra) e solicitar a criação de seu agente de IA, identificando as prioridades que deseja, e se possível utilizar os PROMPTS adequado com a ajuda da Gitting Hb e Higgins Face, onde ele fará perguntas e precisa de respostas para a sua criação.
VIVENCIAR A IA E CRIAR O SEU PRÓRPIO AGENTE DE IA
Como um agente de IA pode apoiar contadores, auditores, analistas e peritos
Um agente de IA pode funcionar como uma camada de análise e coordenação entre dados internos do cliente, eventos do e-Social, EFD ICMS/IPI e ECD. Seu maior valor não é "fazer a contabilidade sozinho", mas transformar grandes volumes de registros em conciliações rastreáveis, alertas priorizados, hipóteses explicáveis e relatórios que o profissional consegue revisar, contestar e assinar com fundamento.
A distinção importa: o e-Social é uma fonte de eventos trabalhistas, previdenciários e fiscais enviados pelo empregador; a EFD ICMS/IPI registra informação fiscal digital; e a ECD reúne livros contábeis digitais, como Diário, Razão, balancetes e demonstrações. São bases relacionadas, mas não intercambiáveis. A ECD não substitui o entendimento dos documentos originários, a EFD não é a escrituração contábil, e o e-Social não representa sozinho todo o cadastro de RH, a folha interna ou a prova de que cada evento está correto. A Receita descreve a ECD como escrituração eletrônica dos livros contábeis e a documentação oficial do e-Social mantém versões e notas técnicas que mudam; por isso, o agente precisa identificar a versão, período e ambiente de cada arquivo analisado.
O que o agente faria, de ponta a ponta
O fluxo começa com a autorização do cliente e a definição do escopo: entidades e estabelecimentos incluídos, períodos, obrigações, finalidade, usuários autorizados e decisões que não poderão ser automatizadas. Depois, o agente recebe os dados por exportação ou integração autorizada. Isso pode incluir arquivos XML/CSV/planilhas dos sistemas de folha e ERP, eventos e recibos do e-Social, arquivos da EFD e ECD, plano de contas, cadastro de rubricas, centros de custo, documentos fiscais e políticas internas. Não se deve presumir que exista uma API universal, acesso irrestrito ou autorização automática para baixar dados de portais governamentais. O acesso precisa respeitar as credenciais, procurações, permissões e contratos aplicáveis.
Na ingestão, o sistema preserva o arquivo original e registra sua origem, data de recebimento, competência, CNPJ/estabelecimento, versão de leiaute, hash de integridade e responsável pelo envio. Em seguida, verifica estrutura, campos obrigatórios, duplicidades, períodos ausentes, totais de controle, assinaturas ou recibos quando disponíveis e mensagens do programa validador oficial. Um arquivo que "passa no validador" atende a verificações formais previstas pelo programa; isso, por si só, não prova que os fatos econômicos estão corretos ou que o enquadramento adotado é adequado. A Receita disponibiliza programas validadores para ECD e EFD ICMS/IPI, mas a interpretação substantiva continua sendo trabalho profissional.
Na normalização, são criadas chaves coerentes entre bases. Exemplos: CNPJ e estabelecimento, competência e data do evento, CPF pseudonimizado, matrícula, código de rubrica, código de produto, CFOP/CST, documento fiscal, conta contábil e centro de custo. Como os sistemas podem usar códigos e calendários diferentes, o agente precisa de tabelas de correspondência aprovadas pelo cliente e pelo profissional. Não deve "adivinhar" que duas rubricas ou contas são equivalentes só porque seus nomes parecem semelhantes. Mapeamentos duvidosos viram pendência explícita.
O núcleo analítico combina regras determinísticas, cálculos reproduzíveis e, onde fizer sentido, modelos estatísticos. As regras calculam valores e conciliações; modelos podem priorizar anomalias, identificar padrões e estimar cenários; o modelo de linguagem transforma resultados verificados em texto claro, com links para a evidência. A divisão recomendada é simples: IA generativa para pesquisa, síntese, explicação e rascunho; código e regras versionadas para valores, testes de consistência, totais e métricas. Nenhuma conclusão numérica importante deve depender de texto probabilístico sem recálculo independente.
Análises que cruzam RH, fiscal e contábil
Folha e e-Social contra a contabilidade. O agente pode comparar totais por competência, estabelecimento, rubrica e centro de custo entre os dados de folha, eventos transmitidos/retificados no e-Social e lançamentos do razão. Pode destacar rubricas sem correspondência contábil, lançamentos sem suporte esperado, divergências entre data de pagamento e competência, provisões de férias e 13º fora do padrão, variações de encargos e eventos reabertos ou retificados depois do fechamento. A comparação deve respeitar a natureza e o momento de cada evento: bases brutas, bases tributáveis, retenções, provisões, pagamentos e lançamentos podem ter conceitos e datas diferentes. Diferença não é automaticamente erro; é um item para explicar, classificar e resolver.
Encargos e passivos. A ferramenta pode recompor, para revisão, bases de cálculo e valores esperados segundo parâmetros fornecidos pelo profissional, confrontando-os com relatórios da folha, contabilização e obrigações correspondentes. Pode acompanhar saldos de salários a pagar, férias, 13º, INSS/FGTS e demais encargos, mostrando variações mensais, itens vencidos e reconciliações pendentes. Regras trabalhistas, tributárias, convenções coletivas, regimes especiais e alterações de leiaute devem ser versionados por data de vigência; uma regra antiga aplicada ao mês errado pode gerar uma resposta aparentemente consistente, mas incorreta.
EFD ICMS/IPI contra documentos e razão contábil. No domínio fiscal, pode verificar integridade entre documentos escriturados, cadastros de itens, CFOP/CST, bases, débitos e créditos, apuração e contas contábeis associadas. Também pode apontar documentos duplicados, sequências atípicas, operações com classificação divergente entre filiais e créditos que merecem documentação adicional. O agente não deve inferir direito a crédito apenas pela existência de um registro: precisa considerar legislação vigente, natureza da operação, documento, atividade, estado, regime e interpretação aplicável.
ECD contra balancetes, razão e demonstrações. A análise pode recalcular saldos e movimentos, conferir coerência entre plano de contas, demonstrações, balancetes e fichas de lançamento, comparar saldos com o ERP e localizar contas com movimentos atípicos, lançamentos manuais próximos ao fechamento, inversões de sinal, lançamentos sem histórico útil ou divergências entre demonstrações e razão. A ECD contém informação estruturada útil para análise, mas a materialidade, a substância econômica, as estimativas e a adequação contábil continuam exigindo julgamento humano.
Visão conjunta. Um custo de pessoal registrado no razão pode ser rastreado até um agrupamento de rubricas, competência, estabelecimento e eventos de folha/e-Social. Uma operação de venda pode ser comparada entre documento fiscal, EFD, receita contabilizada e conta de receita. O agente pode mostrar a trilha em ambos os sentidos: "de onde veio este saldo?" e "onde foi parar este evento/documento?". Para a auditoria, essa navegação transforma a reconciliação em evidência localizável, mas não substitui procedimentos necessários, confirmação externa, inspeção documental ou avaliação da suficiência e adequação da evidência.
Relatórios contextualizados e gráficos
Um relatório de qualidade não deve despejar centenas de alertas. Deve dizer: o que foi analisado, o que foi encontrado, por que importa, qual evidência sustenta o achado, o que ainda não foi confirmado, quem deve avaliar e qual ação é recomendada. Cada achado deve carregar período, estabelecimento, valores, regra ou método que o gerou, confiança/classificação, origem dos dados, limitações, documentos relacionados e estado da revisão humana.
Uma estrutura útil é:
1.Escopo, período, fontes, versões e limitações dos arquivos recebidos.
2.Indicadores executivos: valores conciliados, divergências abertas, itens sem mapeamento, atrasos e evolução em relação ao período anterior.
3.Achados por risco e materialidade, com evidência detalhada e explicação em linguagem não técnica.
4.Análise por competência, filial, rubrica/conta, tributo ou processo.
5.Cenário-base e cenários alternativos, com premissas, intervalo de incerteza e fatores que podem invalidar a projeção.
6.Ações propostas, responsável, prazo, dependências e confirmação da resolução.
7.Apêndice de rastreabilidade: arquivo, registro, fórmula/regra, transformação e versão do modelo usados.
Os gráficos podem apresentar a evolução da proporção de divergências, valores conciliados, passivos por competência, exceções por filial ou cenário de exposição. O gráfico abaixo é somente um exemplo visual: todos os números são fictícios e as linhas futuras são hipóteses demonstrativas, não previsão sobre uma empresa real.
Para produzir cenários úteis, o agente explicita premissas. Exemplo: se a taxa de divergências em folha/razão diminuiu durante seis meses, um cenário-base pode estender a tendência recente; um cenário conservador pode supor estabilização; um cenário adverso pode considerar aumento de eventos retificados, atraso de documentos ou crescimento sazonal. O relatório deve separar dado observado, estimativa e decisão. Deve mostrar sensibilidade a mudanças de premissas, não apenas uma linha precisa que induza falsa certeza. Previsão não é parecer, não é garantia de economia tributária e não substitui planejamento assinado pelo profissional.
Como o profissional mantém e amplia seu valor
A automação reduz trabalho repetitivo de coleta, conferência mecânica, cruzamento e preparação de minutas. Ela não elimina o trabalho de compreender o negócio, definir materialidade, julgar a relevância de uma diferença, interpretar a norma no contexto, decidir que evidência é confiável, conversar com a administração, avaliar contingências, formular recomendações e assumir responsabilidade profissional.
O contador passa a dedicar menos tempo a copiar e somar e mais a revisar a qualidade dos dados, parametrizar regras, discutir causas e apoiar decisões. O auditor pode usar análise de população ampla para identificar áreas de risco, mas ainda precisa planejar e executar procedimentos conforme as normas, avaliar evidência, documentar julgamento e formar sua própria conclusão. O analista pode transformar números históricos em alertas gerenciais acionáveis, sem confundir correlação com causa. O perito pode usar a ferramenta para organizar documentos, reconciliar versões e localizar padrões, mas deve manter cadeia de custódia, método reprodutível, neutralidade e explicação verificável. O Decreto-Lei nº 9.295/1946 condiciona o exercício profissional ao registro e inclui trabalhos técnicos contábeis, como escrituração, levantamento de demonstrações e perícias; uma ferramenta de IA não tem registro profissional nem substitui o responsável humano.
O valor consultivo cresce quando o profissional traduz achados técnicos em decisões: qual processo está causando erros recorrentes, qual controle preventivo reduziria retrabalho, qual impacto provável no caixa, o que precisa ser corrigido antes do próximo fechamento e que dados faltam para uma conclusão.
A IA também pode redigir uma primeira versão de parecer ou relatório, mas a versão emitida precisa ter escopo, linguagem, evidência e conclusão efetivamente revisados e aprovados pelo profissional responsável.
Controles essenciais e limites sem maquiagem
Dados incompletos ou errados. Um agente pode conciliar perfeitamente dois arquivos que estejam ambos errados. Deve calcular cobertura, apontar períodos ausentes, registrar incompatibilidades e informar quando a conclusão depende de documentos não recebidos. Ausência de alerta não significa ausência de risco.
Falsos positivos e falsos negativos. Um outlier pode ser sazonal, aquisição, dissídio, mudança de sistema ou operação excepcional legítima. Um erro sistemático pode parecer normal se repetido todos os meses. Por isso, alertas devem ser priorizados e calibrados com histórico resolvido, sem tratar uma pontuação probabilística como prova.
Alucinação, versão normativa e explicabilidade. Modelos generativos podem inventar fundamento, misturar períodos de vigência ou citar regra revogada. A ferramenta deve recuperar fontes oficiais, indicar a data consultada e versão aplicável, e deixar referências para revisão. Alterações do e-Social e do SPED tornam obrigatória a gestão de versões e a validação das regras antes do uso em produção.
Privacidade e sigilo. Bases trabalhistas podem conter CPF, remuneração, informações de saúde e outros dados pessoais ou sensíveis. A LGPD exige finalidade, adequação, necessidade, qualidade, transparência, segurança, prevenção, não discriminação e prestação de contas; dados sensíveis têm hipóteses específicas de tratamento. A organização deve definir papéis de controlador e operador, base legal apropriada, acesso mínimo, retenção, criptografia, registro de operações, contratos com fornecedores e resposta a incidentes. Não se deve enviar dados identificáveis a serviços de IA sem avaliação contratual, técnica e jurídica. Sempre que possível, usar pseudonimização, minimização e segregação por cliente.
Se uma decisão automatizada afetar interesses de uma pessoa — por exemplo, perfilamento funcional ou decisão de RH — a LGPD prevê o direito de solicitar revisão e informações claras sobre critérios e procedimentos. Assim, o agente não deve decidir sozinho admissão, demissão, promoção, remuneração, suspeita de fraude individual ou avaliação de desempenho. Em auditoria e perícia, identidades podem ser mascaradas quando não forem necessárias à análise.
Segurança e segregação. Implemente contas individuais, autenticação forte, permissões por cliente e função, logs imutáveis, criptografia em trânsito e repouso, retenção limitada, backups, revisão de fornecedores e segregação entre quem configura regras e quem aprova resultados. O agente deve operar inicialmente em modo de leitura. Qualquer alteração em folha, ERP, obrigação fiscal ou escrituração requer fluxo de aprovação, trilha de auditoria e mecanismo de reversão; transmitir automaticamente ao governo não deve ser o padrão.
Responsabilidade e normas profissionais. As normas do CFC incluem, entre outras, NBC TA 230 sobre documentação, NBC TA 315 sobre identificação e avaliação de riscos, NBC TA 500 sobre evidência e NBC TA 520 sobre procedimentos analíticos. O uso da ferramenta deve caber dentro dos requisitos aplicáveis ao trabalho, não contorná-los. A documentação precisa mostrar o que o agente fez, quais dados e regras usou, o que o humano verificou e como resolveu divergências. O CFC também mantém o Código de Ética Profissional do Contador e normas gerais para prestadores de serviços contábeis.
A promessa comercial "IA garante compliance", "elimina risco" ou "substitui auditoria" não é racional. A IA pode diminuir o custo de detectar exceções e ampliar a cobertura; não prova, por si só, conformidade, fraude, dolo, crédito tributário ou culpa. O benefício só se materializa com dados íntegros, regras aprovadas, revisão competente e controles que permitam reproduzir a conclusão.
Arquitetura tecnológica recomendada
Uma solução robusta pode ser organizada em seis camadas. Conectores autorizados recebem exportações ou dados por integrações oficiais e sistemas do cliente. Cofre de dados e catálogo guardam originais, metadados, classificação de sensibilidade e permissões. Camada de transformação padroniza competências, entidades, códigos e tabelas de mapeamento versionadas. Motor de regras e conciliações executa cálculos reproduzíveis e tolerâncias aprovadas. Camada analítica prioriza anomalias e calcula cenários com métricas de desempenho, intervalo e premissas. Assistente de linguagem e relatórios explica resultados com citação de evidência, sem inventar números; uma etapa de aprovação humana libera o relatório final.
O sistema deve conservar linhagem do dado desde o arquivo-fonte até o gráfico e o texto. Cada regra precisa de dono, descrição, data de vigência, teste automatizado, aprovação e histórico de alteração. Cada modelo precisa de finalidade, dados de avaliação, taxas de falso positivo/negativo, limites conhecidos e gatilho de revisão. A medição deve considerar horas economizadas, tempo de fechamento, divergências detectadas antes do envio, taxa de alertas confirmados, taxa de alertas descartados, reincidência de erros, materialidade coberta e incidentes de privacidade. Medir somente quantidade de relatórios gerados incentiva volume, não qualidade.
Um caminho de implantação responsável
Comece com um piloto de escopo restrito, como conciliar a folha mensal com o razão para uma empresa e três a seis competências já encerradas. Use dados históricos com resultado conhecido. Compare alertas do agente com revisão do profissional; investigue falsos positivos e erros não encontrados. Não automatize decisões nem retifique ou transmita obrigações no piloto.
Em seguida, aprove um catálogo de regras e mapeamentos, defina limites de materialidade e tolerância, formalize acesso e retenção, e teste relatórios com usuários contábeis, fiscais e de RH. Só depois amplie para EFD e ECD, incorporando diferenças de domínio e validando os arquivos contra os programas oficiais. Institua revisão periódica quando mudar leiaute, legislação, sistema de folha/ERP, política contábil ou modelo. Uma pessoa identificável deve aprovar cada entrega externa, relatório pericial, opinião de auditoria ou recomendação tributária.
O critério de sucesso não é "ter IA"; é reduzir retrabalho e melhorar a qualidade da decisão sem perder rastreabilidade, sigilo, independência e responsabilidade profissional. A função do contador, auditor, analista ou perito permanece válida porque o valor final está no julgamento fundamentado e na responsabilidade assumida. O agente acelera a busca e a análise; o profissional valida o significado, contesta o que não fecha e responde pela conclusão que emite.
CONCLUSÃO
Agora entendemos que não adianta reclamar, pois o nosso progresso depende de nós mesmo, e precisamos MUDAR e nos transformar num profissional globalizado, para manter a nossa sobrevivência.
Tanto pequenas empresas, médias e grandes, inclusive todos os profissionais que nelas trabalham precisam se capacitar, pois as grandes empresas que devem se aportar no Brasil, vem trazendo tecnologia de ponta, e isso exige adequação dos profissionais que aqui vivenciam, desde que tenhamos a consciência de que precisamos nos capacitar e se qualificar para atender esses novos exigentes clientes.
Falar, escrever, entender, o idioma inglês, espanhol, russo, hindi, mandarim, africâner, árabe, é o básico, pois a maioria dos relatórios contextualizados e gráficos são impressos em inglês, mas dependendo da bandeira do país investidor, precisamos fazer essa diferença, da mesma forma devemos ter o entendimento com a evolução da IA.
Sabemos que muitos não devem acompanhar essa mudança e transformação por diversos fatores e motivos, idade, teimosia, achar que não tem essa capacidade, não consegue aprender, tem outros problemas, já pensa em outras atividades e esquece que também serão afetadas, locação de imóvel, esquece que hoje não precisa de estabelecimento físico para empreender, onde o volume de investimento para construção é elevado, investir em UBER, esquece que os veículos e motoristas devem ser afetadas por essas mudanças, rápida depreciação desses veículos, através de veículos elétricos, sem motorista, drones, novo carro da Tesla, dobra, espaço/tempo, e demais, e aqueles que tem um pequeno Capital e investe em ações, e não observa que o ágio e o resultado positivo, em face de sua necessidade de suprir seu orçamento doméstico, tende a lhe garfar, e só percebe no final de cada ano.
E ainda tem aqueles que resolve deixar de lado a profissão e resolve empreender em outra atividade econômica, e se esquece de se capacitar para o exercício daquela nova atividade e perde o bonde da história.
Agora vamos imaginar aquele profissional que tem sua vida estruturada com definição de orçamento doméstico padrão que possa atender o seu cotidiano, e começa a atrasar os boletos, aluguel, condomínio, energia, agua, internet, empregados, folha, encargos, tributos, mercadorias básicas e de alimento, e demais, e não consegue adequar a sua vida cotidiana as mudanças, e quando percebe já é tarde demais, e tem que se desfazer de determinados bens, para manter o seu desequilíbrio que tende a se agravar pois o problema é VOCÊ mesmo.
Pedimos respeitosas desculpas aqueles que não compactuam com esses escritos, quer sejam pessoas, física ou jurídica, pois entendemos perfeitamente essa limitação, mas é que a verdade precisa ser degustada mesmo que intragável, pois acreditamos que não se faz uma omelete sem quebrar os ovos da galinha.
Fonte:
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