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Depois de investir em modelos generativos, copilotos e agentes de IA, grandes empresas passaram a enfrentar um problema comum: conectar essas tecnologias aos processos de negócio sem criar novos silos de dados. A solução encontrada é a orquestração de negócios, que cria workflows inteligentes conectando agentes de IA, robôs de automação, pessoas e sistemas corporativos dentro de um único fluxo governado.
Os números mostram essa mudança. A McKinsey & Company aponta que 78% das companhias já utilizam inteligência artificial em pelo menos uma área do negócio. Apesar disso, apenas cerca de 1% considera ter alcançado maturidade na adoção da tecnologia.
A Gartner também identifica uma mudança de estratégia. A consultoria estima que mais de 40% dos projetos de IA agêntica serão cancelados até o fim de 2027 por objetivos mal definidos, baixa qualidade dos dados e ausência de controles de governança. A dificuldade das organizações agora é coordenar sua atuação dentro dos processos corporativos.
"Ao invés de implantar agentes isolados para resolver tarefas específicas, as lideranças devem estruturar workflows inteligentes que coordenam todo o ciclo operacional. Os fluxos distribuem atividades, aplicam regras de negócio, monitoram exceções, registram decisões para auditoria e mantêm visibilidade sobre todas as etapas do processo", explica Edgar Garcia, vice-presidente da UiPath para a América Latina.
Na avaliação da UiPath, a orquestração será o principal fator para acelerar a adoção da IA agêntica. Grandes organizações operam milhares de aplicações desenvolvidas por diferentes fornecedores e dificilmente substituirão essa infraestrutura para adotar uma nova tecnologia. O caminho passa pela criação de uma camada capaz de integrar ambientes distintos e coordenar fluxos de trabalho de ponta a ponta.
"A quantidade de agentes de IA que uma empresa consegue implantar não é o mais importante. A vantagem competitiva está na capacidade de coordenar esses agentes dentro de processos corporativos completos, conectando sistemas, pessoas e regras de negócio com segurança. Sem orquestração, a IA tende a criar novas ilhas de automação", afirma Garcia.
A reformulação dos workflows é a ação que apresenta maior impacto na capacidade das empresas de perceber o valor do uso de agentes inteligentes no EBIT. De acordo com a McKinsey & Company, 21% dos entrevistados que relataram o uso de IA em suas organizações afirmam que suas empresas reformularam fundamentalmente pelo menos alguns fluxos de trabalho.
Essa é a proposta do UiPath Maestro, plataforma de orquestração de negócios da empresa. A solução utiliza o padrão aberto BPMN (Business Process Model and Notation) para modelar processos corporativos e coordenar agentes de IA, robôs, profissionais e aplicações de terceiros dentro de um único workflow. A plataforma também incorpora DMN (Decision Model and Notatiorvisão humana durante toda a execução do processo.
A arquitetura permite integrar agentes desenvolvidos pela própria UiPath ou por outros fornecedores, incluindo modelos da OpenAI, Anthropic, Google e Microsoft, além de aplicações corporativas já utilizadas pelas empresas. A plataforma coordena sua execução dentro de um fluxo único, sem a necessidade de substituir tecnologias existentes, preservando investimentos já realizados.
Os resultados aparecem em diferentes setores. A operadora de telecomunicações One NZ reduziu o tempo de provisionamento de serviços móveis de dez dias para menos de dez minutos após adotar processos orquestrados com o UiPath Maestro. A companhia aérea SunExpress economizou mais de US$ 200 mil em três processos críticos. Já a PromptCare reduziu em mais de 75% o tempo necessário para tratar processos relacionados ao atendimento de pacientes.
A tendência é que workflows inteligentes se tornem a principal arquitetura operacional para empresas que pretendem ampliar o uso da IA nos próximos anos. Com processos modelados em padrões abertos e ecossistemas interoperáveis, as organizações conseguem incorporar novos agentes e conectar aplicações sem reconstruir toda a operação. Essa flexibilidade reduz riscos tecnológicos e preserva a governança exigida por setores altamente regulados.
"Os agentes de IA precisam atuar dentro de um ambiente empresarial que ofereça rastreabilidade, políticas de governança e capacidade de integrar qualquer sistema utilizado pela organização. O valor está na forma como eles trabalham junto com pessoas, robôs e aplicações corporativas para entregar um resultado de negócio", conclui Garcia.
Sobre a UiPath
A UiPath (NYSE: PATH) é líder em orquestração e automação de negócios, com a confiança de organizações em todo o mundo para transformar a complexidade empresarial em operações inteligentes e seguras, nas quais agentes de IA raciocinam, robôs agem e pessoas lideram. Desenvolvida para a empresa moderna e para os setores mais regulados do mundo, a UiPath integra automação, orquestração, IA e testes em fluxos de trabalho governados e escaláveis — desbloqueando a inovação na velocidade dos negócios, ao mesmo tempo em que oferece os controles e a conformidade que lideranças empresariais demandam. Visite www.uipath.com para mais informações.
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