17/09/2026
Objective lança plataforma agêntica com arquitetura de governança e FinOps para o mercado B2B

Com o setor superando o ciclo de assistentes isolados, nova AI Agency Operations Platform mitiga riscos do uso desorganizado de IA e garante previsibilidade financeira para setores como seguros e finanças

Com o uso de sistemas multiagentes crescendo 327% em apenas quatro meses, o mercado corporativo de inteligência artificial deixa definitivamente para trás a fase de assistentes isolados e entra na era da infraestrutura operacional. Antecipando essa demanda por maturidade e resultados financeiros comprovados, a Objective, multinacional brasileira que acelera a coevolução digital das organizações por meio de tecnologia, dados, processos e pessoas, anuncia o lançamento da sua AI Agency Operations Platform.

A nova estratégia agêntica empresarial foi desenhada para construir sistemas operacionais com agentes de IA autônomos e supervisionados, capazes de assumir processos complexos e repetitivos de negócios em setores que já demonstram maturidade para a tecnologia, como finanças, seguros, benefícios corporativos e tecnologia. Diferente do uso desorganizado da IA no dia a dia corporativo - conhecido como Shadow AI -, a oferta da Objective integra a inteligência diretamente aos sistemas de backoffice (CRM, ERP), com camadas rigorosas de governança, auditoria e controle de acessos.

"O mercado gastou muito tempo e dinheiro com integrações básicas e provas de conceito que pouco impactaram a última linha do balanço. O que vemos agora é o esgotamento do ciclo de hype, em que as empresas apenas compravam produtos de IA sem extrair valor. Nossa plataforma cria um superciclo de valor: não vendemos apenas tecnologia de prateleira, entramos com 'skin in the game' para resolver gargalos operacionais e garantir ROI", contextualiza Leandro Saran, Chief Operating Officer (COO) da Objective.

Governança, FinOps e o fim da "caixa preta"

Para mitigar a insegurança dos C-levels e diretores de TI em relação aos custos e riscos da inteligência artificial, a Objective estruturou um framework proprietário dividido em três camadas fundamentais:

- Business agency: antes de qualquer linha de código, o negócio do cliente é mapeado e modelado para encontrar processos com ganho real de eficiência econômica e operacional.

- Agentic runtime: engenharia avançada que dota os agentes de autonomia ajustável, percepção multimodal e auto aprendizado a partir de feedback humano simples, sem necessidade de retreinamentos custosos.

- Controller agents: uma torre de controle focada em governança operacional. Contempla a segurança e a gestão de identidades dos agentes (evitando interações indevidas com sistemas), monitoramento de eficácia, além de pilares como HumanOps (capacitação de pessoas para supervisionar agentes) e FinOps (transparência total no consumo de tokens e visibilidade contínua do ROI).

Resultados: o caso interno da Objective

Para demonstrar a eficácia e a segurança da inovação, a Objective adotou a estratégia em sua própria operação. Um dos agentes foi desenvolvido para realizar a conciliação complexa de despesas de cartões corporativos. Com um custo de implementação de apenas R$ 250 em tokens e 50 horas de trabalho, o sistema gera hoje uma economia de R$ 100 mil anuais em horas de diretoria e entre R$ 200 mil a R$ 300 mil para a área financeira.

Em outro processo interno, voltado ao faturamento segregado e conciliação de custos e esforços de projetos, um agente integrado prevê economizar o equivalente a uma semana de trabalho por mês de cada gerente, gerando uma redução de custos estimada em R$ 750 mil a R$ 1 milhão ao ano.

Da redução de custos à prevenção de prejuízos em larga escala

Segundo Leandro Saran, as métricas de sucesso da inteligência artificial precisam evoluir. Em vez de celebrar a quantidade de prompts utilizados, as empresas mais maduras buscam latência mínima nas decisões, precisão, estabilidade e mitigação de perdas.

"Em uma seguradora, por exemplo, não recomendamos implementar IA apenas para analisar uma amostragem baixa das apólices. O ganho real está em usar a capacidade operacional escalável dos agentes para validar 100% dos documentos nas subscrições, prevenindo perdas financeiras milionárias com capitais segurados incorretos, enquanto os especialistas humanos supervisionam as exceções", explica o executivo.

O conceito de supervisão humana é central para a Objective. A empresa defende que a autonomia da IA é uma decisão de negócio do cliente, mas recomenda que o humano dê a palavra final nas decisões complexas. A estratégia agêntica se baseia em um framework proprietário que prioriza a busca por resultados que tragam impacto real de eficiência operacional e econômica ao negócio, além de implementar um método replicável de qualidade e padrões de execução.

Sobre a Objective

A Objective é uma multinacional brasileira que acelera a coevolução digital das organizações por meio de tecnologia, dados, processos e pessoas. Através de um portfólio completo, oferece consultoria para inovação, aumento de produtividade e qualidade, além de desenvolver soluções digitais, com expertise em IA, experiências do usuário e entrega de produtos sob medida. E conta com a Eleflow, sua unidade estratégica de Dados & IA, para entrega da fundação de dados à ativação com soluções inteligentes em escala. Reconhecida como Líder em Data & Analytics Modernization Services e como Product Challenger em Advanced Analytics & AI Services no estudo ISG Provider Lens™ Advanced Analytics & AI Services 2025.

A empresa faz parte da holding Objective Group, que inclui empresas especializadas como e-trust (segurança da informação e gestão de identidades); NG Billing (gestão de CRM e faturamento recorrente) e OGI (serviços de tecnologia para mercado internacional). Em 2025, a Objective foi reconhecida pelo terceiro ano consecutivo como Líder no estudo global ISG Provider Lens™, desta vez na categoria Application Development Projects do AI-Driven ADM Services 2025, que avalia provedores de serviços de desenvolvimento e manutenção de aplicações com base em inteligência artificial. Saiba mais em: www.objective.com.br.

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